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Little Room lança clipe de “Funny Feeling” com energia em alta

Uma presença explosiva no palco é um dos pontos mais marcantes das apresentações do Little Room. Esse é o espírito do primeiro clipe da banda, destaque da nova cena carioca com seu indie influenciado pelo emo noventista e garage rock no EP de estreia, “Self-Titled”. A faixa escolhida foi “Funny Feeling” e o registro, feito pela Fuga Filmes, foi realizado durante um dos shows do grupo.

Veja “Funny Feeling”: https://youtu.be/GXm7BH2K954

“Queríamos que o nosso primeiro material de vídeo capturasse verdadeiramente a essência da banda, a nossa energia nos shows, que são um reflexo da forma como fazemos e tratamos nossa música: um jeito bem-humorado e upbeat de falar de questões profundas e sensíveis”, conta a guitarrista e vocalista Ana Júlia Braga.

O início do projeto foi como uma one-woman band, liderada por ela. Ana tinha acabado de sair de uma banda de post-grunge com quem gravou um álbum e 3 EPs, e queria se reinventar. Foi quando, além das cordas, se aventurou nos microfones e mais profundamente nas composições.

Com seu violão, ela se inspirou em heróis do folk e do storytelling como Bob Dylan, Johnny Cash e The Tallest Man on Earth. Depois de alguns anos investindo muitas horas do dia dentro de seu quartinho, compondo e criando, este processo gerou 30 músicas escritas, entre elas exatamente “Funny Feeling”,  primeira música da Little Room que traz o nome da banda.

“A escolha de filmarmos ‘Funny Feeling’ veio, primeiro, pela simplicidade da mensagem –  ‘When I see that smile in your face, this funny feeling takes control of me’ (quando vejo esse sorriso no seu rosto, essa sensação engraçada toma conta de mim) – que é algo com que toda e qualquer pessoa pode se relacionar”, revela Ana.

Além dela, a banda é formada por seu irmão e que divide as guitarras e vocais Gabriel Braga,  Mateus Marcílio no baixo e Wally na bateria.

Veja “Funny Feeling”: https://youtu.be/GXm7BH2K954

Para álbum de colaborações, Arthus Fochi lança single com Lívia Nestrovski & Fred Ferreira

O projeto Ano Sabático, que traz encontros do cantor e compositor Arthus Fochi ao lado de seus parceiros musicais, chega à sétima edição trazendo misturas entre a música hispânica, brasileira e o jazz. A parceria dessa vez é com o dúo Lívia Nestrovski & Fred Ferreira.  “Mamilo” vem agregar ao projeto de singles que o artista disponibiliza ao longo desse ano. Esse é um lançamento do selo Cantores del Mundo e já está nas principais plataformas de streaming e em vídeo no YouTube.

Assista a “Mamilo”: https://youtu.be/OqcZMKhWWeM

Ouça “Mamilo”: https://www.onerpm.com/al/1164119677

“Mamilo” está presente no terceiro livro de Arthus, “Ao amor imigrante”, publicado pela Editora Urutau. Ao separar seus escritos para enviar à editora, ele se deparou com o texto e pensou em musicá-lo. A escolha para a participação veio de uma grande admiração e química pessoal entre Fochi, Nestrovski e Ferreira.

“A Lívia pra mim é uma das maiores cantoras da minha geração, une interpretação com alma e técnica como poucas. A Lívia é casada com o Fred Ferreira, e nos últimos meses, através da amizade deles com a minha companheira, ficamos amigos também. Os dois têm um duo muito lindo, que vale a pena conhecer, uma linguagem muito autêntica e herda traços de uma escola paulistana que eu adoro”, contaFochi.

Em 2017, Arthus lançou o álbum “Suvaco do Mundo”, que atesta a sua habilidade enquanto letrista e intérprete, tanto no violão quanto no vocal. Desde 2007, ele investiga sons e ritmos sul-americanos efetuados em residências artísticas em vários países. Essa busca ganhou contornos profissionais com Cantores del Mundo, selo cedido a ele em 2015 por Tita Parra, neta da folclorista icônica Violeta Parra.

Hoje, a gravadora é gerida por Fochi com o produtor musical Guilherme Marques, e estende sua atuação por meio de parcerias no Uruguai, Argentina e Venezuela. Em Ano Sabático, a ideia é lançar canções ao lado de nomes conhecidos da música brasileira e de outros países da América Latina. Ele já gravou com Duda Brack, Julia Vargas, Juliana Linhares, Chico Chico e Ana Frango Elétrico e do cantor venezuelano José Delgado.

Assista “Tesouros Artificiais”: https://youtu.be/C9WDJhxehvY

Assista “Negra Mata”: https://youtu.be/4qyhLIWXfBo

Assista “Fidel Castro Não Morreu”: https://youtu.be/gkR6ZdzzGTU

Assista “Ronda na Mata”: https://youtu.be/Elexn-CRkP4

Assista “Águas Pluviais”: https://youtu.be/bf_F-xXN8G0

Assista “Escopa”: https://youtu.be/VfV6ad75KQY

O vídeo para “Mamilo” foi dirigido por João F. Maciel e Cavanha Filmes; a mixagem e masterização ficaram por conta do Estúdio Frigideira e Gui Marques.

Assista a “Mamilo”: https://youtu.be/OqcZMKhWWeM

Ouça “Mamilo”: https://www.onerpm.com/al/1164119677

Ficha Técnica:

Arthus Fochi (voz)

Livia Nestrovski (voz)

Fred Ferreira (Violão)

Pedro Paulo Junior (Trompete e Flugelhorn)

Guilherme Marques (Baixo synth e teclas)

Gabriel Barbosa (Bateria)

Guilherme Marques – Captação, mixagem e master

Letra:

Mamilo (Arthus Fochi)

En la foz del duelo

o ângulo do sol

inclina aos meus pés

un dulce final

Um plátano pelado

traduz o inverno aqui

dentro e ao sul

de mais sentidos

no ponto cardeal

que transita à foz da dor

Dibuje un sol

no teu mamilo nublado

Pepeu Gomes busca reinvenção em “Eterno Retorno”, novo álbum de inéditas

Com mais de 50 anos de trajetória e uma discografia recheada de hits na carreira solo e com os Novos Baianos, Pepeu Gomes se reinventa em “Eterno Retorno”, seu novo álbum de estúdio e o primeiro em 25 anos em que o renomado guitarrista apresenta letras inéditas. Trazendo tons eletrônicos e até de trap junto de parcerias, o trabalho já está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Eterno Retorno”: http://bit.ly/PepeuEternoRetorno

Nascido em Salvador, Pepeu aprendeu a tocar violão ainda na infância e aos 11 já fazia parte de uma banda chamada Los Gatos. Aos 14, integrando a banda Os Minos, ele gravou pela primeira vez como músico profissional, assinando os baixos de dois singles.

Mas o Brasil o conheceria com outro instrumento de corda: a guitarra. Na década de 70, ao lado de Moraes Moreira, Paulinho Boca, Galvão e Baby do Brasil, o “China” – como era chamado pelos companheiros de banda – formou o Novos Baianos e ajudou a criar álbuns históricos e revolucionários, como “Acabou Chorare”, de 1972.

Em carreira solo, participou de mais clássicos, como “Fa-tal: Gal a todo Vapor”, de Gal Costa; e “Barra 69”, de Caetano e Gil; e encheu o Brasil de hits, trilhas de aberturas de novelas. Com ânimo renovado pela estrada pelos seus shows solo, instrumentais e com o Novos Baianos, Pepeu acumula, com “Eterno Retorno”, 44 álbuns, sendo 18 em sua carreira solo. Sua guitarra suingada, uma das principais da história da música brasileira, está presente em clássicos atemporais como “Sexy Iemanjá”, “Eu Também Quero Beijar”, “Masculino e Feminino”, “De um rolê”, “Preta Pretinha” e “Mistério do Planeta”.

Para o novo álbum, ele reúne colaboradores antigos, como Arnaldo Antunes, Zélia Duncan e Ivo Meirelles, e novos parceiros, como Nando Reis, a banda de rock baiana Vivendo do Ócio, os compositores Cyro Telles e Filipe Pascual, que também participaram da produção musical, e o artista guianês Harold Caribbean, que trouxe um clima caribenho para a faixa “Porque Eu Te Amo”. O repertório do Novos Baianos surge na única regravação do álbum. A escolhida é “99 vezes”, cantada por Pepeu e presente no álbum “Farol da Barra”, de 1978. Tudo isso compõe o “Eterno Retorno” proposto por Pepeu, em sua constante renovação.

“O que me motiva a continuar é o legado no qual venho trabalhando, atravessando gerações, com minha guitarra em punho. A guitarra, como o roquenrou, é imortal. Quando penso nisso, me passa pela cabeça continuar sendo um mensageiro do som por muitos anos”, conta Pepeu.

“Eterno Retorno” foi produzido por Cyro Telles, Filipe Pascual e Kevin White, com direção musical de Pepeu. A mixagem é assinada por Renato Oliveira e a masterização por Ricardo Garcia.

Pepeu Gomes (Crédito: Daryan Dornelles)

Ouça “Eterno Retorno”: http://bit.ly/PepeuEternoRetorno

“Eterno Retorno” por Zélia Duncan:

Saber que está chegando um álbum novinho em folha de Pepeu Gomes, já significa um alento danado pra nós, seus ouvintes sedentos. E isso não acontecia há dez anos! O tempo sai varrendo os dias tão rápido e também pelo fato de Pepeu ser um artista muito ativo, seus muitos feitos, incluindo a volta dos Novos Baianos, nos preencheram durante esse tempo. Mas agora vamos à forra, com essas onze faixas, que vão contar por onde ele tem andado.

Um álbum com muitas parcerias e muitos assuntos sonoros. Quem assina a produção é Kevin White, Cyro Telles, Filipe Pascual. Pepeu ficou com a direção musical. Sempre bem acompanhado, traz a sonoridade muito competentemente amarrada e a serviço das canções. Sua voz sempre clara e segura, coros bonitos, timbrados por ele mesmo e sua guitarra-alma, pra alinhavar nosso coração aos nossos ouvidos.

A abertura atende pelo nome de “Sexo Frágil”, é assinada com Arnaldo Antunes e já expõe a alma roqueira e vibrante, que tanto identifica os dois artistas. E não à toa, abrem os trabalhos falando de nascer, renascer, retornar! “O eterno retorno desenha sua órbita no espaço”. O ambiente aquático da poesia nos convida ao mergulho.

Na segunda faixa, “Aos Poucos”, outro titã do pop deixa sua marca na parceria. É a vez de Nando Reis. A introdução com uma melodia na ponta da guitarra, que depois se amacia não deixa dúvidas de que se trata de Pepeu. Um coro que abraça um forte refrão e da segunda vez já estamos repetindo: “sem luz não vejo, sem luz não vemos, não se iludam! A mesma parceria acontece na sexta faixa, “Me Faz sonhar”.

“Amor em construção’, parceria com uma galera, são eles: Fabio Trummer, Tiago Mago e Vivendo do Ócio, chega mais existencial e alegre, onde o amor que se constrói é o agora, nos movimentos da natureza e no bem-estar. Um jeito delicioso de pensar nos sentidos que conectam os seres vivos. Uma canção irresistível.

É na faixa “Porque eu Te amo”, que a guitarra nos chama, num clima samba-reggae, letra de amor, que vai se diluindo num suingue delicioso, que é atravessado pela participação do rapper Harold Caribbean, artista caribenho, originário da ilha de Essequibo (costa inglesa do Caribe), parceiro de Pepeu e Filipe Pascual. Canção feita para um projeto intitulado Brasil Caribbean, no ano de 2000, que só agora foi registrada. Aumenta, que você vai querer dançar, ou no mínimo se balançar, onde quer que esteja.

“A Paz Sonhada”, título sugestivo e necessário para os nossos dias, é assinada com o carioquíssimo Ivo Meirelles. Uma declaração de amor confessional, daquelas que sempre vão soar ao pé do nosso ouvido, como se fossem nossas. Efeitos percussivos amarram a faixa docemente.

Em “99 vezes”, com Luiz Galvão, o assunto é fé, Deus, Einstein e o infinito, em meio a compassos compostos e melodia altamente convidativa, ela vai soando meio mântrica e leve. “Tempestades”, balada mais introspectiva, com direito a cordas e piano, traz de novo Arnaldo Antunes e ainda Leo Casper na parceria.

“Mone”, a única assinada só por Pepeu, reflete bem a felicidade de um encontro raro e duradouro.

“Não Move Nada”, parceria com Zélia Duncan (vejam minha sorte!), feita há algum tempo e agora eternizada lindamente nesse álbum de novidades. Refrão matador. E mesmo sendo altamente suspeita, considero uma das faixas onde Pepeu mais desfila seu lindo timbre agudo só dele, que não perdeu nenhum harmônico ao longo do tempo. Aliás, sempre cantando intensamente, como o verdadeiro intérprete que é, cada canção.

Para encerrar a audição, outra bela balada, “José”, parceria com Cyro Telles, deixa um rastro de esperança e guitarras…ah, Pepeu, com licença, vou começar tudo de novo! Afinal, é o que sua obra, sua voz, sua guitarra nos inspiram, o eterno retorno ao universo do seu som!

Pepeu Gomes (Crédito: Daryan Dornelles)

FICHA TÉCNICA:

01 – SEXO FRÁGIL

Pepeu Gomes / Arnaldo Antunes

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Jorginho Gomes (Bateria)

André Gomes (Baixo)

Cyro Telles (Moog Voyager, Pads Omnisphere e Hammond B3)

Kevin White (808 e Efeitos)

Filipe Pascual (Guitarra)

02 – AOS POUCOS

Pepeu Gomes / Nando Reis

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Cyro Telles (Moog Voyager, Pads Omnisphere)

Kevin White (MPC e Efeitos)

03 – AMOR EM CONSTRUÇÃO

Pepeu Gomes /Vivendo do Ócio / Fábio Trummer /  Tiago Mago

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Jorginho Gomes (Bateria)

Didi Gomes (Baixo)

Filipe Pascual (Guitarra Slide)

Cyro Telles (Hammond B3)

Kevin White (Efeitos)

04 – PORQUE EU TE AMO

Pepeu Gomes / Harold Caribbean / Filipe Pascual

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Harold Caribbean (Voz Rap)

Cyro Telles (Moog Voyager, Pads Omnisphere)

Kevin White (Bateria Simmons e Efeitos)

05 – A PAZ SONHADA

Pepeu Gomes / Ivo Meirelles

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Didi Gomes (Baixo)

Filipe Pascual (Solo Violão)

Cyro Telles (MPC, Synth Arturia e Pad Omnisphere)

Kevin White (Efeitos)

06 – ME FAZ SONHAR

Pepeu Gomes / Nando Reis

Pepeu Gomes (Guitarra, Sitarra e Vozes)

Cyro Telles (Tabla, Moog Voyager e Clavinet)

Kevin White (Efeitos)

07 – 99 VEZES

Pepeu Gomes / Galvão

Pepeu Gomes (Violão e Vozes)

Didi Gomes (Baixo)

Cyro Telles (Moog Voyager, Piano Acústico)

08 – TEMPESTADES

Pepeu Gomes / Leo Casper / Arnaldo Antunes

Pepeu Gomes (Violão e Vozes)

Cyro Telles (Cordas)

Leo Casper (Piano e Arranjo de Cordas)

09 – MONE

Pepeu Gomes

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Didi Gomes (Baixo)

Cyro Telles (Pads Omnisphere)

Kevin White (808 e Efeitos)

Filipe Pascual (Bateria Simmons)

10 – NÃO MOVE NADA

Pepeu Gomes / Zélia Duncan

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Didi Gomes (Baixo)

Filipe Pascual (Guitarra)

Cyro Telles (Hammond B3 e Synth Arturia)

Kevin White (Efeitos)

11 – JOSÉ

Pepeu Gomes / Cyro Teles

Pepeu Gomes (Guitarras e Vozes)

Didi Gomes (Baixo)

Cyro Telles (Pad Omnisphere)

Produzido por: Cyro Telles, Filipe Pascual, Kevin White

Direção Musical: Pepeu Gomes

Arranjos: Pepeu Gomes, Cyro Telles, Filipe Pascual, Kevin White

Mixagem: Renato Oliveira

Masterização: Ricardo Garcia

Produção Executiva: Rosangela Afonso e Simone Sobrinho

Gravado no Estúdio Malibú no Rio de Janeiro. Piano e Cordas gravados no Estúdio Drumm.

Pepeu Gomes – Vozes, Guitarras, Guitarra Sitar e Violões

André Gomes – Baixo em “Sexo Frágil”

Harold Caribbean – Rap em “Porque Eu Te Amo”

Filipe Pascual – Guitarra Solo em “Não Move Nada”, Slide em “Amor em Construção”   

Frase guitarra final em “Sexo Frágil”

Violão Solo em “A Paz Sonhada”

Bateria Simons em “Mone”

Cyro Telles – Pads Omnisphere, Moog Voyager, Fender Rhodes, Piano Yamaha

Kevin White – MPC e Efeitos

Didi Gomes – Baixo em “Mone”, “Amor em Construção”, “99 vezes”, “A Paz Sonhada”, “José” e “Não Move Nada”

Jorginho Gomes – Bateria em “Amor em Construção” e “Sexo Frágil”

Leo Casper – Piano e arranjo de cordas em “Tempestades”