MC Carol (RJ)

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A Build Up Media participou da construção de imagem para o lançamento do primeiro álbum da MC Carol, através do selo Heavy Baile.

Dois mil e dezesseis foi um ano de transformações para MC Carol. Em março, junto da rapper Karol Conka, ela quebrou a internet pela primeira vez, com sua eletrizante apresentação no Lollapalooza. Em julho, a funkeira lançou a canção politizada “Delação Premiada” e a internet foi à loucura. Em outubro, ela oficializou a parceria com Conka na música “100% Feminista”, que já possui 1 milhão de plays no YouTube. Agora, MC Carol coroa o ano com seu disco de estreia, “Bandida”, produzido por Leo Justi e já disponível nas principais plataformas de streaming.

Não faltam motivos para considerar MC Carol um dos nomes mais promissores e instigantes do funk atualmente. Tímida na vida pessoal, MC Carol se revela em frente às câmeras e no palco: sua irreverência, humildade e simpatia foram a base pra Carol ganhar fãs por todo o país.

O nome do álbum remete a como ela era conhecida no começo da carreira. Mas até o termo ganha outro significado aqui: Bandida porque, acima de tudo, não se adapta a nenhuma lei ou regra que paute a construção de carreira de um Artista pop (no caso dela, com “A” maiúsculo mesmo). Porque se permite crescer, evoluir, debater, provocar… Sentir em público. No mesmo álbum, Carol abraça o seu tempo e o seu meio em seu constante processo de transformação, trazendo a dualidade de ser “100% Feminista”, um novo hino para a causa, e de ser “Amante do Seu Marido”. De se vingar de alguém tentando dar um “Boa Noite Cinderela”, e até questionando as diferenças de tratamento para suspeitos ou criminosos de acordo com a condição social e sua cor de pele em “Delação Premiada”.

O álbum mescla funks divertidos, que foram a base de seu sucesso, como “Jorginho me empresta a 12”, e canções de protesto e com conteúdo político, como “Não foi Cabral” e os singles já lançados. Além disso, inclui ainda as músicas conhecidas do público dos shows, como “O amor acabou”.

O álbum surgiu do encontro da MC e Leo Justi. O conceituado produtor trouxe batidas de trap e de funk, que fizeram sua fama, junto da crueza autêntica de colaboradores antigos da Carol, músicos de comunidade. Esse encontro marca uma busca por mais profissionalização e pela consolidação de MC Carol como artista e voz única em âmbito nacional.

Versando sobre a vida no morro em suas diversas facetas, das histórias divertidas às violentas, a MC se destaca por se posicionar publicamente sobre feminismo, padrões estéticos e violência policial. Crescendo, evoluindo, se reinventando sem medo de suas próprias contradições e sem esquecer que ela ainda é a Carol Bandida, chegando com uma mensagem urgente e importante. Seja ela um grito por justiça ou um grito por diversão.

O álbum é um lançamento do selo Heavy Baile Sounds, criado recentemente por Leo Justi em parceria com a Ubuntu Produções. “Bandida” já está disponível em todos os meios de música digital.

Ela cresceu. Prazer, ela é a Carol Bandida.

Ouça o disco no Spotify: http://spoti.fi/2dRqkHn

Ouça o disco no Deezer: http://bit.ly/2eh7Scc

Ouça o disco no iTunes: http://apple.co/2dRm6jfOuça o disco no Google Play:http://bit.ly/2dRpDhB

MC CAROL: cresceu, mas ainda bandida

No começo do hit “100% Feminista”, parceria com Karol Conká, MC Carol versa sobre a violência doméstica que presenciava e o discurso que cresceu ouvindo sobre o papel e o lugar da mulher. Mas não o dela: “Quando eu crescer, eu vou ser diferente / eu cresci / Prazer, Carol Bandida / represento as mulheres / 100% feminista”. E ela cresceu e amadureceu. Esse processo pode ser evidenciado em “Bandida”, seu álbum de estreia. No disco, a artista revisita e repagina sucessos de sua carreira, os colocando ao lado de hits recentes e, mostrando uma nova faceta que muitos não conheciam.

“Larguei os estudos aos 17 anos, depois de passar por quatro escolas. Era estudar e passar fome ou trabalhar e conseguir viver, então trabalhei. E tive muito problema na escola, porque percebia que o professor não quer que você entenda, ele quer que você decore. Mas eu não era assim, eu perguntava, queria entender. Ia na lan house e pesquisava sobre história, chegava na sala, debatia com o professor. Queria saber como a Princesa Isabel libertou os negros, quem foi Dandara, quem foi Zumbi. Mas aí, quando eu perguntava muito, me colocavam para fora da sala, me tratavam como louca”, conta ela em entrevista.

As indagações em sala de aula foram base para “Não foi Cabral”, música lançada em 2015 que questiona o modo como vemos a colonização e as raízes do Brasil e que foi um ponto de virada na carreira da MC.

MC Carol foi descoberta pelo grande público durante a participação no reality show da FOX “Lucky Ladies”, em junho de 2015, mas começou sua carreira há mais de cinco anos, quando cantava em bailes funk, convidada por amigos. Como pagamento, muitas vezes só recebia “um vinho e a passagem de volta pra casa”, como a mesma relata.

Em 2012, Carol se tornou um enorme sucesso com músicas como “Minha vó tá maluca”, registradas em um DVD da Furacão 2000. Foi nesse momento que a MC aceitou que, além de carisma, tinha talento e que o público buscava por suas músicas.

Tímida na vida pessoal, ela se revela em frente às câmeras e no palco: sua irreverência, humildade e simpatia foram a base pra Carol ganhar fãs por todo o país, ao contar sua história de vida e mostrar que mulheres empoderadas existem em todos os lugares, e isso inclui a favela e os bailes funk.

Em março de 2015, ela se tornou um dos destaques do festival Lollapalooza ao participar do show da rapper curitibana Karol Conká na faixa “Toca na pista”, parceria entre Leo Justi e Tropkillaz e que conta ainda com o MC Tchelinho.

Justi, produtor conceituado carioca com trabalhos realizados com M.I.A. e Emicida, uniu as batidas do funk de Carol com trap para surpreender o público em “Delação Premiada”. A pesada faixa questionava as diferenças de tratamento para suspeitos ou criminosos de acordo com a condição social e sua cor de pele.

A música abriu caminho para “100% Feminista”, que já possui mais de 1 milhão de plays no YouTube. A parceria com Karol Conká foi um hit instantâneo e é tido como um hino para o público e para a própria Carol.

“‘Feminista’ é um rótulo que eu só conheci no ano passado, mas sempre tive na cabeça que deveria existir igualdade entre todas as pessoas. Sempre lutei por isso, desde pequena. É como uma armadura, uma proteção, a única forma que eu encontrei de conseguir respeito, me colocando como igual aos homens. Hoje, ainda não sei totalmente o que é ser feminista, mas estou desvendando, de pouquinho em pouquinho. Depois de ler bastante e de conversar muito, sei que simboliza a mulher que luta pelos seus direitos. E aí pensei: sempre fui essa mulher”, ela conta.

Versando sobre a vida no morro em suas diversas facetas, das histórias divertidas às violentas, a MC se destaca por se posicionar publicamente sobre feminismo, padrões estéticos e violência policial. Crescendo, evoluindo, se reinventando sem medo de suas próprias contradições e sem esquecer que ela ainda é a Carol Bandida, chegando com uma mensagem urgente e importante – seja ela um grito por justiça ou um grito por diversão.

O nome do álbum remete a como ela era conhecida no começo da carreira. Mas até o termo ganha outro significado aqui: Bandida porque, acima de tudo, não se adapta a nenhuma lei ou regra que paute a construção de carreira de um Artista pop (no caso dela, com “A” maiúsculo mesmo). Porque se permite crescer, evoluir, debater, provocar… Sentir em público. No mesmo álbum, Carol abraça o seu tempo e o seu meio em seu constante processo de transformação, trazendo a dualidade de ser “100% Feminista”, um novo hino para a causa, e de ser “Amante do Seu Marido”. De se vingar de alguém tentando dar um “Boa Noite Cinderela”, e até questionando as diferenças de tratamento para suspeitos ou criminosos de acordo com a condição social e sua cor de pele em “Delação Premiada”.

“Bandida” mescla funks divertidos que foram a base de seu sucesso, como “Jorginho me empresta a 12”; canções de protesto e com conteúdo político, como “Não foi Cabral”; músicas conhecidas do público nos shows como “O amor acabou”; além dos singles já lançados.

O álbum é um lançamento do selo Heavy Baile Sounds, criado recentemente por Leo Justi em parceria com a Ubuntu Produções. “Bandida” já está disponível em todos os meios de música digital.

Ela cresceu. Prazer, ela é a Carol Bandida.

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