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Mari Blue abraça o lado irreverente da vida no novo clipe, “Fora de Série”

Após explorar as contradições da vida no bem-recebido single “Mel e Picada”, a cantora e compositora mineira Mari Blue encerra os trabalhos do disco anterior, “Fruto da Flor”, lançado em 2016. “Fora de Série” é uma canção que exalta o incomum, abraça o inusitado e a irreverência. A faixa, que chega como single aos serviços de streaming pelo selo Sagitta Records, ganha um clipe igualmente bem-humorado, com a artista e outros músicos protagonizando cenas improváveis em cenários do Rio de Janeiro.

Assista a “Fora de Série”: https://youtu.be/UPrxcG-yonI

Ouça “Fora de Série”: http://smarturl.it/MariBlueForaDeSerie

Mari Blue sempre mesclou sensibilidade e ironia em suas canções. Em “Fora de Série”, a artista incorpora seu lado teatral, onde iniciou sua trajetória artística há mais de 10 anos. A experiência cênica trouxe forte influência para o modo como ela se apresenta e a força de suas performances.

Desde 2011, Mari Blue foca totalmente seu trabalho artístico na música. Nesses anos ela já lançou três álbuns e acumulou prêmios importantes, como o Festival Nacional da Canção, FEMURC, Festival da Canção Francesa, Festival de Clipes e Bandas 2017 e WebFestValda 2017. Seus dois primeiros discos, “Parte de mim” (2011) e “Parte de Mim 2” (2012), traziam uma artista ainda buscando seu caminho, que ela conquistou em seu último álbum de estúdio “Fruto da Flor”, de 2016. O último single, “Mel e Picada”, teve Blue produzindo, mixando e tocando todos os instrumentos.

Ouça “Mel e Picada”: http://bit.ly/MariBlueMelEPicada

Já para “Fora de Série”, ela se uniu a parceiros notórios na cena carioca. A faixa conta com Mário Wamser nas guitarras e arranjo; Gastão Villeroy no baixo; Cesinha na bateria; Federico Puppi na produção, direção musical e mixagem. Já a masterização é assinada por Giovanni Versari, no La Maestà Studio, na Itália. Wamser e Puppi também marcam presença no clipe como atores, trazendo à tona o lado inusitado do cancioneiro de Mari Blue.

“Esse clipe representa a vontade de me comunicar de forma cada vez mais despojada e alinhada com a linguagem despretensiosa que a internet criou. Eu lido com a criatividade de forma muito fluida e intensa, nesse momento sinto necessidade de vomitar essa loucura de ideias e filosofias que envolvem minha música”, conta a artista.

A inspiração veio de uma placa, acima do vaso sanitário em um banheiro público, que dizia “sorria, você está sendo filmado”. A presença inesperada do aviso irônico em um espaço de suposta privacidade fez surgir uma série de provocações que acabaram se tornando o roteiro de “Fora de Série”.

“Na verdade, foi a imagem inicial do roteiro do clipe que escolheu a música, e eu amo ‘Fora de série’, ela é muito profunda, fala de contradição, ego e liberdade. Eu a canto para mim mesma muitas vezes, para me lembrar do que eu já sei. Tem muitos signos nesse clipe, muitas coisas sendo ditas nos detalhes e tudo com bom humor”, analisa Mari Blue, que assina direção, roteiro, cenário, filmagem, figurino e edição do vídeo. Com a câmera na mão ou apontada em sua direção, a artista mostra uma visão única para as ruas de Copacabana, além de levar quem assiste à intimidade de seu quarto e banheiro.

“Fora de Série” encerra os trabalhos do aclamado álbum “Fruto da Flor” e abre caminho para o novo disco de Mari Blue, previsto para 2019.

Assista a “Fora de Série”: https://youtu.be/UPrxcG-yonI

Ouça “Fora de Série”: http://smarturl.it/MariBlueForaDeSerie

Ficha técnica:

Vídeo:

Direção, roteiro, cenário, câmera, figurino e edição: Mari Blue

Câmera: Mário Wamser

Atores: Mário Wamser, João Cantiber, Federico Puppi, Gabriel Barreto, Mariana Puttini e Vanessa Longoni

Música:

Mari Blue: Voz, teclados, letra e música

Mário Wamser: Guitarras e arranjo

Federico Puppi: Produção, direção musical, mixagem

Gastão Villeroy: Baixo

Cesinha: Bateria

Giovanni Versari: Masterização (La Maestà Studio, Itália)

Gravado e mixado no estúdio Ouvido em Pé, Rio de Janeiro.

Letra

Deus anda me testando

Que é pra ver se sou mesmo forte

Pra amar sem ter, não invejar sem poder

Viver sem contar com a sorte

Nem sempre a coisa é fácil

Mas pode um dia ser útil

Sentir a alma parar

E não deixar o corpo estático

Conseguir não ser narcótico

Manter pensamento lúcido

Poder se encantar com o lúdico

Sem perder o instinto prático

Deus anda me testando

Que é pra ver se eu esqueço o norte

Pra andar sem ver

Aceitar o prazer

Poder também contar com a sorte

Me despeço e me desfaço

Me descaso com o fútil

E se a fumaça aumentar

Vou colocar no fogo fraco

Não preciso de um protótipo

Nem preciso ser inútil

Nem primeiro, nem o último

No rascunho me destaco

Isso não vai me converter

Seu tédio cava o que te fere

E o que o difere de você

Não tem valor

É sacrilégio

Mas eu tô fora de série

Fora do sério

Por recusar o remédio

Fora de série

Às vezes fora do sério

Por recusar o remédio

Em novo clipe, Carmen abraça o lado surreal da vida ao narrar desencontros amorosos na era digital

O power trio carioca Carmen já se destaca na cena independente por uma sonoridade indie pop e solar, ao mesmo tempo em que aborda questões intimistas e pessoais em suas letras. Esse é o fio condutor do seu segundo disco, “Talk Too Much”, lançado no início de 2019, e também da faixa-título, que acaba de ganhar um clipe. O vídeo já está disponível no canal da banda no YouTube e conta com roteiro de Matheus Costa (vocal e guitarra) e Lucas Serra (baixo), e direção do próprio Matheus.

Assista a “Talk Too Much”: https://youtu.be/cbIV1G-pOxQ

Ouça “Talk Too Much”: http://smarturl.it/CarmenTalkTooMuch

Este é o primeiro clipe de Carmen como um trio, dando forma a uma sonoridade mais encorpada em relação ao seu primeiro trabalho, “Youth Culture”. O trio, que conta também com João Vitor Alves na bateria, se destaca como parte de uma novíssima cena indie nacional. Impulsionado por um espírito do it yourself, o grupo viralizou nas redes sociais com faixas que dialogaram com um público muito jovem. A Carmen tem menos de dois anos de existência e os músicos estão evoluindo como pessoas e artistas junto dos fãs, abrindo seu processo de crescimento em canções sobre ser de uma geração millennial em transição para a vida adulta.

Após o debut em 2018, a banda se dedicou a trabalhar em canções mais introspectivas, culminando no álbum “Talk Too Much”. O novo disco traz uma Carmen num pico criativo, curtindo o momento que vive ao mesmo tempo que reflete sobre a melancolia e a solidão. É o caso da faixa-título, que narra a dificuldade em ler os sinais que diferenciam a amizade platônica do interesse sexual. Para dar forma a essa verdadeira crônica sobre o amor moderno, os músicos exploraram novos caminhos visuais, brincando com tomadas curtas e cenários que vão da solidão a tocar no meio de uma floresta.

“Nós tivemos essa ideia muito legal de aproximar e afastar os objetos na cena, criando esse efeito ‘dramático’, mas ao mesmo tempo fica esteticamente agradável de se assistir. Nós tínhamos muitas ideias e pensamos: ‘Como colocar todas elas dentro de um clipe só ao mesmo tempo fazendo sentido para a história?’ e foi assim que o clipe nasceu. Eu estava obcecado por pinturas expressionistas e neo-expressionistas, que apesar terem seu próprio significado, têm muitas referências a cultura pop da época que as pinturas foram feitas. Gostamos de dizer que esse clipe é uma ‘pintura abstrata em forma de audiovisual’”, analisa Matheus.

“Talk Too Much” é o terceiro clipe do disco, após “Give Up, I’m Not Into You” e “Meeks”. Por representar as escolhas sonoras e líricas nessa nova fase da Carmen, a faixa foi selecionada não apenas para batizar o álbum, mas também para apresentar a sua atual formação em clipe.

Assista ao clipe “Give Up, I’m Not Into You”: https://youtu.be/Ymi5UvvQy5w

Assista ao clipe “Meeks”: https://youtu.be/N0km0mR3RGw

Ao apurar o senso estético da banda, o novo vídeo trouxe um desafio: dividir cada tomada em apenas 5 segundos, provocando cortes bruscos e cenários inusitados. De uma camisa da Carmen queimando em um varal a um café da manhã tomado em cima da caixa da bateria, esses elementos surreais ajudaram a criar a sensação de confusão que o eu-lírico narra nos versos.

Ao longo de 2019, Carmen continuará trabalhando o álbum “Talk Too Much”, com uma turnê por diversos estados brasileiros e novos clipes.

Assista a “Talk Too Much”: https://youtu.be/cbIV1G-pOxQ

Ouça “Talk Too Much”: http://smarturl.it/CarmenTalkTooMuch

Ficha técnica:

Musica escrita e produzida por Carmen

Clipe dirigido por: Matheus Costa

Roteiro por: Matheus Costa e Lucas Serra

Atores no vídeo: Izabel Canedo, Camila Monteiro, Roberta Almeida, Caroline Costa, Matheus Costa, João Vitor Alves e Lucas Serra

Produtora: Primata Records

Letra:

We are best friends for about 5 years

So why would you want to kiss me at the Matrix?

Later, you text me talking about him

I guess I’ll never understand

Teeth, tongue, teeth

I don’t see the same way as you do

Oh no oh, teeth, tongue, teeth

I don’t see the same way as you do

Oh, you talk too much

Well, you talk too much

You talk too much

Well, you talk too much

Teeth, tongue, teeth

I don’t see the same way as you do

Oh no oh, teeth, tongue, teeth

I don’t see the same way as you do

Carbônica une rock de garagem e realidade política brasileira em álbum de estreia

Incendiar o debate político e social por meio do rock ‘n roll é um dos objetivos do power trio Carbônica. Com mais de 10 anos de estrada, a banda celebra sua jornada com um álbum que analisa os últimos anos da realidade brasileira e foca no futuro através de riffs poderosos e letras provocadoras. “Carbônica” já está disponível nas plataformas de música digital.

Ouça “Carbônica”: http://smarturl.it/CarbonicaAlbum

Confira o faixa-a-faixa abaixo

Fundado em 2007 na cidade de Guarulhos, o trio é formado atualmente por Will (guitarra e vocal), Vini (baixo e sampler) e Alex (bateria) e, desde o início da sua trajetória, assumiu o compromisso com uma cena independente ativa e acessível, mantendo um olhar para a realidade urbana e periférica que reflete nas letras do disco.

Luta antifacista, problemas de manutenção das barragens de mineradoras, respeito a minorias e busca por uma cidade mais acessível se tornaram bandeiras da banda e se mostram mais atuais do que nunca no álbum de estreia, que reúne faixas dos EPs lançados nos últimos anos e cinco músicas inéditas. Tudo isso embalado por uma roupagem que vai do disco-punk ao drum and bass, do blues ao garage.

“Nós acabamos de completar 10 anos de estrada e as 10 músicas desse álbum são o retrato dessa trajetória, que é fazer rock com tesão, se divertir e expor nossas verdades através do nosso trabalho artístico”, conta o guitarrista e vocalista Will.

Ao lado de outras bandas de Guarulhos, o Carbônica fundou o Projeto CLAM, que agora atua também como produtora e selo musical. A partir de 2009, passaram a realizar intervenções culturais em espaços urbanos, conhecidas como CLAMdestino. A apropriação artística e coletiva já passou por vários locais de São Paulo, sempre levando música, fomentando e difundindo com atitude a cultura rock.

Essas apresentações foram o combustível para o primeiro EP da banda, “Rock Puro e Sem Gelo” (2012). O trabalho trazia no título a filosofia do Carbônica e, na produção, a assinatura do californiano Brendan Duffey. Dois anos depois, o trio tinha conquistado uma base de fãs e experiência suficiente para garantir a produção de seu segundo EP, “Inflamável”. Após uma bem sucedida campanha de financiamento coletivo, foram arrecadados 114% da verba necessária. O compacto conta com quatro músicas gravadas e mixadas pelo próprio baterista da banda no Estúdio Casa CLAM e masterizadas por Brendan Duffey.

“Tivemos experiências bem bacanas nesse processo de gravações em vários estúdios e com vários artistas. No Norcal Studios tivemos a oportunidade de gravar com um californiano que já trabalhou com gente de peso da gringa e com quem aprendemos muito. E na Casa CLAM foi a hora de colocar na prática as coisas que acreditamos. Por lá, montamos um estúdio e criamos nosso selo CLAM Discos, onde também começamos a produzir e lançar outros artistas”, conta Will.

O segundo EP abriu as portas uma turnê pelo nordeste em 2015. Na passagem por Natal (RN), o som do Carbônica chamou atenção de Anderson Foca, fundador do renomado Festival DoSol e músico das bandas Camarones Orquestra Guitarrística, Orquestra Greiosa e Fetuttines, que convidou o trio a gravar o sucessor de “Inflamável” no estúdio DoSol com Yves Fernandes, que também é baterista da Camarones. “TR3S” foi lançado pelo selo DoSol e já demonstrava a evolução sonora da banda.

Assista ao clipe “Inflamável” em 360º: https://youtu.be/fTilYYZI6Dw

Mantendo seu ativismo cultural, o Carbônica criou em 2016 a festa Noites Inflamáveis, em que convidava artistas de todo o país a dividirem o palco. Além de colocar Guarulhos cada vez mais no circuito de grandes shows, o evento ajudou a estreitar os laços entre bandas e público.

Assista ao clipe “Até no Caos”: https://youtu.be/Tw1QUF3fUFA

Em uma década de história, já são mais de 300 apresentações pelo Brasil, sendo a atração principal ou dividindo o palco com artistas como Molho Negro, Gabriel Thomaz Trio, Camarones Orquestra Guitarrística, Nevilton e Ego Kill Talent. Carbônica vem se apresentando, sempre de forma envolvente, pelo circuito da Grande São Paulo e em outras cidades do país, com passagens por Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraíba e Minas Gerais.

Agora, o grupo celebra a sua já rica trajetória sem deixar de olhar para o futuro. “Carbônica” é um retrato das mudanças e traumas vividos no Brasil nos últimos 10 anos, com letras que parecem proféticas e funcionam como alertas para o futuro. O álbum está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Carbônica”: http://smarturl.it/CarbonicaAlbum

Ficha Técnica:

Produção Executiva: Carbônica

Arte de capa por Will Carbônica

“Inflamável”, “Sangue”, “Lama”, “Loucura” e “Quem Nunca” gravados no Estúdio Pedra que canta (Itanhaém, SP – 2018)

Will: guitarra e vocal

Vini: baixo, voz e sampler

Alex: bateria

Gravado, mixado e masterizado por Leandro Sousa

Produzido por Carbônica e Leandro Sousa

“Augusta” gravada no Estúdio DoSol (Natal, RN – 2015)

Will: guitarra e vocal

Vini: baixo, voz e sampler

Leandro Sousa: bateria

Anderson Foca: backing vocal

Gravado, mixado e masterizado por Yves Fernandes

Produzido por Carbônica e Anderson Foca

“Agora Eu te Bebo”, “Até no Caos” e “Você quer pecar” gravados na Casa Clam (Guarulhos, SP – 2014)

Will: guitarra e vocal

Vini: baixo, voz e sampler

Dime: bateria e voz

Gravação e mixagem: Leandro Sousa na Casa Clam

Masterização: Brendan Duffey no Norcal Studios

“Se A Cidade Parar” gravada no Norcal Studios (São Paulo, SP – 2012)

Will: guitarra e vocal

Vini: baixo, voz e sampler

Leandro Sousa: bateria

Gravação, mixagem e masterização: Brendan Duffey e Adriano Adaga

Pré-produção: Edson Guedes, Leandro Sousa e Carbônica

Faixa-a-faixa, por Vini:

Inflamável

Faixa que conta com BPM extremamente pulsante, com uma mensagem direta gritando que tudo deve ser feito de forma intensa, sem medo das consequências: “Inflamável, prefiro pegar fogo!”

Se a cidade parar

Misturando rock com drums and bass, a faixa apresenta o habitat metropolitano do Carbônica, com uma letra que é quase um conto. Nele, o protagonista pode ser qualquer um de nós que enfrenta os grandes problemas da cidade: “E não estranhe se a cidade parar”. Inspirada em história real, e trata de assunto muitas vezes tabu.

Sangue

Disco-punk com um solo em 8 bits, “Sangue” aborda corações duros e frustrados em um presente que enfim começa a discutir sobre igualdade de gêneros: “O meu sangue é tão vermelho, tão vermelho, quanto o seu!”

Agora Eu Te Bebo

Rock pulsante que mistura bebidas, corações enfurecidas e doses de ironia: “Como num rock puro e sem gelo, a noite inteira!”

Augusta

Post-garage lançada em 2015 pelo selo Do Sol, questiona se a famosa Rua Augusta, repleta de bares, boemia e música, continua a mesma. Com riffs e delay, a mensagem é que a rua perde seu brilho para a especulação imobiliária: “Augusta, você era só festa, mas agora só apartamento!”. Augusta também pode ser uma pessoa, não? Fica a provocação.

Você quer pecar

Um blues que vira um post-punk, esta faixa dançante discute o motivo das pessoas insistirem em se enganar: “Confesse, você quer pecar”

Lama

A faixa é praticamente em cima de um simples beat, pois aqui o foco total é a indignação em relação à eterna política de promessas não cumpridas, onde quem continua pagando pelas consequências somos todos nós: “Trabalha, sempre é longe pra caralho/E o metrô que nunca chega/Caiu no conto do vigário/Que ouviu na eleição”. Inspirada pelo crime em Mariana, que agora voltou acontecer. Qual será o próximo?

Loucura

Bateria bem marcada com baixo pulsante, esta faixa se inconforma com a loucura de hoje, onde pessoas só reclamam em casa e não fazem absolutamente nada: “Isto é Loucura!”

Quem Nunca

Esta faixa flerta com o pós-punk anos 80, abordando os limites invisíveis que a vida na cidade impõe: “Quem nunca viveu uma mentira?”

Até no Caos

Nossa faixa disco-punk, esta música mistura vários samples de recortes da cidade, vem com a mensagem que não importa quanto a vida é difícil, ela deve ser aproveitada ao máximo: “Até no caos, viver vai ser foda!”

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