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Matt Kivel divulga clipe “Two Braids”

Os selos Pedro Y El Lobo (México) e Cascine (EUA) apresentam “Two Braids”, o segundo single de “Last Night in America”, novo álbum de Matt Kivel que será lançado em 10 de maio. A canção está disponível nos serviços de streaming de música e é lançada também com um videoclipe.

Assista a “Two Braids”: https://youtu.be/XVvwSL27qqg

Ouça “Two Braids”: http://smarturl.it/MattKivelBR

Em “Two Braids”, Matt Kivel faz um protesto (quase) silencioso que é ao mesmo tempo inteligente e apaixonado em uma das músicas mais pop dentro de sua extensa discografia. Imagens que podem representar o contraste do apocalipse com a felicidade cotidiana nos bares ganham forma em batidas eletrônicas, guitarras e melodias cativantes. A inspiração da música surgiu enquanto Matt estava trabalhando em Austin, no Texas, e ia diariamente à mesma cafeteria.

“O café tinha uma enorme TV de tela plana e todos os dias passava CNN ou FOX News, meio que um zumbido ao fundo enquanto todos comíamos nossos burritos ou o que quer que fosse. As coisas mais terríveis estavam acontecendo naquela TV – tiroteios, desastres naturais, eleições catastróficas, assassinatos – e as pessoas continuavam a comer seus hambúrgueres, batatas fritas e salada de repolho. Conversando com amigos, rindo. Todos pareciam processar essa dor abstrata tão rápido”, reflete Kivel.

“Parece uma ideia muito americana para mim – aquela memória curta, ou aquela capacidade de dar de ombros e guardar sentimentos terríveis. Para viver sua própria vida tranquila, independentemente do que está acontecendo a outras pessoas na sua comunidade. Isso é o que provocou a primeira música que escrevi para este álbum, ‘Two Braids’, e essas letras são a base do álbum. Na minha opinião, o objetivo era fazer o álbum de protesto mais quieto já feito”, conclui com bom humor.

Assim como as outras músicas do álbum, Matt tocou e gravou todos os instrumentos em sua casa, reconectando-se com os mais puros elementos de sua música. Por baixo do indie-pop, há um tema complexo onde as letras combinam a visão de um jornalista e a graça abstrata de um poeta para criar uma análise extrínseca do nosso tempo.

O vídeo oficial de “Two Braids” é uma colaboração com Sachiyo Takashi, artista visual japonesa baseada em Nova York. Com líquidos coloridos, vidro, papel, luz e uma câmera, Takashi cria projeções que ajudam a imaginação a se conectar com as letras e o ritmo da música. Esta é a segunda colaboração entre a artista visual e o compositor – recentemente eles uniram forças para o vídeo oficial de “L.A. Coliseum”. Para o novo clipe, além dos hipnotizantes visuais criados por Takahashi, o espectador entra nos bastidores de como a artista visual se inspira pelo estilo minimalista do compositor para criar as projeções que serão apresentadas nos shows de Matt Kivel.

O cantor e compositor californiano e prepara para lançar seu quinto álbum de estúdio, “Last Night In America”. O trabalho amadurece a sonoridade folk experimental e ambient do artista. Atualmente baseado em Houston, no Texas, Matt se inspirou em sua cidade natal para compor o primeiro single, “L.A. Coliseum”.

Assista a “L.A. Coliseum”: https://youtu.be/slvB2aeJERE

Ouça “L.A. Coliseum”: https://song.link/i/1453548294

O último álbum do cantor, “Fires On The Plain”, foi lançado em 2016. Era um LP duplo composto de 26 músicas com uma produção complexa e apresentando renomados artistas convidados – entre eles, Robin Pecknold (Fleet Foxes) e Bonnie “Prince” Billy.

Kivel começou a trabalhar como músico em variadas bandas durante a primeira década dos anos 2000. A partir de 2013, o artista iniciou sua jornada solo com o lançamento de alguns cassetes de edição limitada que levaram ao álbum “Double Exposure”, naquele mesmo ano. Seguindo por um caminho mais introspectivo do que seus projetos anteriores, ele passou a explorar sintetizadores em canções acústicas com vocais brandos. Já o segundo disco, “Days of Being Wild” (2014), gravado com Paul Oldham (membro do Palace Brothers), foi sucedido por dois lançamentos consecutivos em 2016 – além de “Fires on the Plain”, veio também “Janus”, repercutindo em veículos como Pitchfork, BBC Music e The Fader.

Para “Last Night In America”, Matt voltou ao básico. Ele produziu o álbum inteiramente de casa, tocando todos os instrumentos e se concentrando em arranjos minimalistas. Isso resultou em 11 faixas que combinam texturas envolventes, batidas simples, guitarras quentes e vocais poderosos e de voz suave.

“Last Night In America” é calmo e fácil de escutar, uma mistura equilibrada de canções em clima ambient e músicas onde folk, lo-fi e indie-pop se misturam suavemente. O álbum tem previsão de lançamento para 10/05, em formato digital nas principais plataformas de streaming de música.

Assista a “Two Braids”: https://youtu.be/XVvwSL27qqg

Ouça “Two Braids”: http://smarturl.it/MattKivelBR

Siga Matt Kivel: https://www.facebook.com/MattKivel

Letra

Two Braids

heaven

asleep on the plane

two braids plus the faraway sound

crouched by the river

pleasantly shaped

the woman larger

pulsing with heat

last night in america

there were fires on the planes

people still laughing in bars

rising above

momentary grief

with no fear of forever

flawlessly

enter one body

repeat

repeat

repeat

Duo ítalo-brasileiro Hate Moss desafia fronteiras em novo single, “Londres”

Ampliando a sonoridade que apresentará em primeiro álbum, “Live Twothousandhatein”, o Hate Moss apresenta seu novo single, “Londres”. A faixa está disponível nos serviços de streaming através dos selos Stock-a Arts and Records (Reino Unido) e Discos Rebeldes (Argentina/México) e mostra a versatilidade do duo ítalo-brasileiro em uma intensa performance ao vivo, cantada em inglês e português.

Assista a “Londres”: https://youtu.be/c-Y3an7DV2w

Ouça “Londres”: http://smarturl.it/HateMossLondres

“Londres” é um exemplo da pluralidade de Hate Moss, projeto de música experimental que une elementos do indie, do pós-punk e do electroclash com tons de música brasileira e italiana. Radicados na capital inglesa, Tina e Ian Carvalho mesclam Português e Inglês em uma canção que celebra as diferenças e critica os extremismos que levam pessoas a eliminarem outras apenas por serem únicas. Como uma das músicas mais bem-recebidas nos shows, “Londres” se tornou um exemplo das multifacetas do Hate Moss.

“Este lançamento mostrará outra parte mais pesada da banda, apresentando uma diversidade de estilos que está presente em todo o álbum. Tentamos ir além e ser uma banda global, mais que brasileira, italiana ou inglesa. Os limites das línguas não nos dão medo, mas sim nos excitam em experimentar mais. As sonoridades vão despertar no ouvinte os sentimentos que queremos transmitir”, resume Ian.

O projeto, iniciado em 2018, viu seu primeiro disco ganhar forma quase que acidentalmente. Após um convite do Relaxo Studio, em Florença, na Itália, para a banda participar de sua série de vídeos The Hidden Session, os músicos aproveitaram a oportunidade de registrar todas as canções também em áudio, transformando sua performance crua e completamente ao vivo no primeiro disco da Hate Moss – daí o nome, “Live Twothousandhatein”.

A urgência da gravação transmite a intensidade de Ian e Tina ao vivo, aumentada devido a um atraso muito característico daquela região: “Em Florença, se acha um vinho bom e barato, isso pode ser perigoso quando se grava na Toscana. Chegamos no estúdio e começamos e brindar para comemorar a gravação, deixando-nos atrasados no cronograma. Por isso tivemos que fazer só uma tomada. Foi um show mesmo, meio bêbados e tudo às pressas, mas muito divertido”, lembra Tina.

Esse é mais um gostinho do disco, que já teve revelados os singles “Honey” e “Evil”. O lançamento abriu portas para uma turnê por várias cidades do Brasil, indo de Florianópolis até Goiânia, passando por Rio e São Paulo. Além disso, eles se apresentaram no Locomotiva Festival, dividindo palco com nomes como Rakta e Boogarins.

Assista a “Evil”: https://youtu.be/DjA1Eoc_FWQ

Assista a “Honey”: https://youtu.be/AR6vKUrgNKs

Em seguida, o Hate Moss embarcou para uma turnê pela Itália  que passou por Roma, Arezzo e Florença, onde se apresentou na Florence Tattoo Convention. “Live Twothousandhatein” será lançado em formato digital e vinil em maio pelo selo Stock-a Arts and Records, dirigido pelo duo, em parceria com o Discos Rebeldes (Argentina/México).

Após o lançamento do álbum, a banda reserva para 2019 o começo da sua turnê mundial com shows marcados na Espanha, Portugal, Itália, Reino Unido, Turquia, México e Brasil. A Hate Moss se apresentará em algumas cidades brasileiras no começo do segundo semestre, com datas a serem divulgadas.

Assista a “Londres”: https://youtu.be/c-Y3an7DV2w

Ouça “Londres”: http://smarturl.it/HateMossLondres

Ficha técnica:

Ian Carvalho: Voz e bateria

Tina: Voz e eletrônicos

Alessandro Bianchi: Guitarras (samplers)

Antonio Cavaliere: Baixo (samplers)

Mauro Polito – Synth

Gravado no Relaxo Studio (Florença – Itália) por Nardo e Alessandro Bianchi.

Mixado e masterizado por Mauro Polito no Fine Arts Studio (Londres – Reino Unido).

Letra

Why I’m still here ?

You tell me

‘cause I don’t know

Whoever sent you

Doesn’t care

About money

About dope

You should know

The magic rules

Before you get inside

Otherwise your “demones”

Instead of you

Will decide the price

To cross the river

The river

To meet the wise

Você que mata gente que é diferente de você

Só porque tem outra gente que é diferente de você

Mandou você matar a gente que é diferente de você

Só porque te outra gente que é diferente de você

Mandou você …

You’ve got two eyes

On your face

Or maybe another one

Someone believe

Maybe it is a trap

Maybe it is a test

It’s depend

From the Contest

“You wanna decide”

The price

To cross the river

To meet the wise

“You wanna decide”

The Price

Dario Julio & Os Franciscanos homenageia Manoel de Barros em single de estreia

Reinvenção artística do cantor e compositor Dary, o projeto Dario Julio & Os Franciscanos propõe uma viagem ao tempo em sua estreia. Descrito como algo que estaria tocando em uma rádio AM em meados dos anos 70, o projeto marca o começo oficial da carreira solo do artista sul-mato-grossense radicado no Paraná. O primeiro single,  “Como Diria o Poeta”, é uma homenagem ao escritor Manoel de Barros. A faixa ganha um clipe, já disponível no YouTube.

Veja “Como Diria o Poeta”: https://youtu.be/-6Uk4AjKKvk

A música é uma jornada sentimental pelas imagens da infância do compositor para homenagear o poeta pantaneiro e fazer um passeio pela cidade natal de Dary, Corumbá. Essas lembranças inspiraram o artista no álbum “O Menino Velho da Fronteira”, que junta o soft rock, o brega e a MPB radiofônica do início dos anos 1970.

Conhecido pelo seu trabalho com as bandas Terminal Guadalupe e lorena foi embora…, Dary começou a chamar atenção no começo dos anos 2000. Ao lado do Terminal Guadalupe, ele conseguiu o respeito da crítica com sua música cheia de influências pós-punk e crítica social. A banda ganhou, pelo voto popular, o Prêmio Laboratório Pop de Melhor Disco Independente de 2005 com o álbum “VC Vai Perder o Chão”. Em 2007, o disco “A Marcha dos Invisíveis” entrou nas principais listas de melhores álbuns do ano da mídia especializada. O tom politizado das letras mudou de foco, com o compositor buscando resistir em forma de afeto.

“Ainda digo e penso quase as mesmas coisas sobre o mundo e as pessoas, mas o tempo e a vida me fizeram buscar outras palavras”, justifica Dary.

O novo projeto começou a ganhar forças em 2014, quando Dary foi convidado para participar do álbum “Ainda Somos os Mesmos”, tributo ao disco “Alucinação”, de Belchior. A regravação de “Apenas Um Rapaz Latino-americano” foi a primeira de Dario Julio & Os Franciscanos e contou com o apoio decisivo do multi-instrumentista Matt Duarte. No final do mesmo ano, já ao lado de outro multi-instrumentista, Manoel Magalhães, foi convidado para mais um tributo, agora para celebrar os 30 anos da banda Engenheiros do Hawaii“Números” foi a canção regravada.

A partir de 2017, Dary começou a escrever novas músicas e a resgatar composições perdidas, se distanciando do que já havia feito em trabalhos anteriores e focando em revisitar as suas memórias. Assim como o projeto teve sua gênese nos tributos a artistas que marcaram sua trajetória, as músicas que Dary ouvia enquanto crescia serviram de inspiração para o álbum de estreia.

Com a ajuda do guitarrista Bruno Sguissardi, convidado a produzir o material, ele passou a formatar “O Menino Velho da Fronteira”. Além de Dary e Bruno, o disco conta com Ivan Rodrigues (bateria), Marcelo França (baixo), Matheus Bittencourt (guitarra) e Romann (piano e teclado).

Antecipado pelo single “Como Diria o Poeta”, que ganhou vídeo dirigido por Rapha Moraes, o disco de estreia de Dario Julio & Os Franciscanos chega aos serviços de streaming em abril.

Veja “Como Diria o Poeta”: https://youtu.be/-6Uk4AjKKvk

Ficha Técnica:

Gravado no estúdio Toca do Javali, em Curitiba.

Produzido e mixado por Bruno Sguissardi

Masterizado por Jeferson Krul

Dary – voz

Bruno Sguissardi – guitarra, violão e vocais

Matheus Bittencourt – guitarra

Marcelo França – baixo

Romann – piano

Ivan Rodrigues – bateria

Letra

“Como diria o poeta”

(Dary)

Hoje, eu vou bancar o Manoel

E vestir roupa rasgada nas ideias

Te pego às 11 com meu violão

No murinho em frente a Santa Teresa

Aí, a gente vai riscar o céu

As estações serão só primaveras

Tomar você com mate chimarrão

Eu faço disso uma certeza

Hoje, eu vou além da América

Peguei carona com o Seu Narciso

Menino velho da fronteira eu sou

E carrego o sentimento mais profundo

Minha raiz é minha ética

E me deu tudo do que eu preciso

Índio, negro e português, amor

Todas as raças deste mundo

O que aconteceu foi tão particular

Aquele menino, seu destino: Rua Cuiabá

Agora, venha aqui, um beijo em mim

Que a praça vai cantar

Um dia eu fui embora

Um sonho em cada mão

E a pressa de chegar

Mas aprendi que a história

Sempre é construção

Não pare de sonhar

Por isso, volte aqui, um beijo em mim, que eu vou continuar…