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Relacionamentos contemporâneos e sua liquidez são destaque em “Vapor”, novo single de Victor Mus

Destaque da novíssima MPB indie carioca, Victor Mus estreia a nova fase da sua carreira com o single e clipe “Vapor”, feitos através do edital Novos Talentos da Música, da FIRJAN. A faixa dialoga com o conceito de liquidez dos relacionamentos amorosos atuais, com produção musical de Rogério da Costa Jr. e Rodrigo Vidal (Caetano Veloso, Maria Gadú). A canção já está disponível em todas as plataformas de música digital.

Assista a “Vapor”: https://youtu.be/UqslNrmaj0E

Ouça “Vapor”: http://smarturl.it/vaporvictormus

O conceito de amores líquidos, tecido pelo sociólogo Zygmunt Bauman, foi descrito pelo próprio como “o amor a partir do padrão dos bens de consumo: mantenha-os enquanto eles te trouxerem satisfação e os substitua por outros que prometem ainda mais satisfação.” “Vapor” compreende que, assim como se desfazem com facilidade, os vínculos afetivos também se constroem rápido demais.

“A música fala bastante das relações entre as pessoas, em como essas relações se constroem e desconstroem com facilidade e que não necessariamente deve-se ficar mal por elas. É importante entender que faz parte da vida”, explica o artista.

Victor Mus (Foto: Zéca Vieira)

Victor Mus é um dos talentos da nova geração da música brasileira. Unindo a leve voz rouca com os acordes do violão, suas canções falam de amor e afeto de modo único e moderno em forma de poesia. Ele ganhou destaque nas plataformas de música com o EP “Chão de Terra” (2017). O lançamento abriu caminho para que dividisse palco com artistas como Tuyo (PR), Barro (PE), Sinara (RJ) e Aline Lessa (RJ) e participasse do projeto Os Sons do Rio, montado pela Secretaria de Cultura do Estado do RJ em parceria com a Deezer.

Mus foi um dos 12 selecionados pela FIRJAN no edital Novos Talentos da Música para produção do single e clipe. Além dele, foram prestigiados outros 11 artistas destaque da cidade, como Pietá, Facção Caipira, Pedro Mann e Isadora Melo. Em “Vapor”, Felipe Melanio assina violão e viola caipira, Viny Melanio, o baixo, Lourenço Monteiro está na bateria, as cordas foram compostas por Pedro Mibielli, Cesão Lira está na percussão e o backing vocal ficou com Jonathan Panta. A faixa está disponível em todas as plataformas.

Assista a “Vapor”: https://youtu.be/UqslNrmaj0E

Ouça “Vapor”: http://smarturl.it/vaporvictormus

Ficha Técnica:

Produzido por: Rodrigo Vidal e Rogério da Costa Jr.

Direção Artística: João Suprani

Produção Executiva: Rebuliço

Apoio: Oi Futuro – LabSonica

Realização: FIRJAN SESI

Gravado e Mixado no LabSonica – Oi Futuro

Engenheiro de Gravação: Rodrigo Vidal

Pós-produção de áudio: Gustavo Krebs

Engenheiro de Mixagem: Rodrigo Vidal

Masterizado no Magic Master por: Ricardo Garcia

Autor: Victor Mus

Produção: Rebuliço e Brick Media

Direção: Miguel Moura e Lufe Berto

Argumento: João Suprani

Roteiro: Rebuliço

Elenco Principal: Sol Menezzes e Samuel Toledo

Elenco de Apoio: Victor Mus, Raissa Venâncio, Gabriel Coutinho, Gabriela Alves, Bete Chaves e Gabriel de Góes

Preparação de Elenco: Raissa Venâncio

Produção Executiva: João Suprani

Direção de Produção: Flávia Salles

Assistente de Direção: Vanessa Cunha

Assistente de Produção: Raphael Sanguinete

Direção de Fotografia: Natália Moretz-Sohn

Assistente de Fotografia: Diogo de Oliveira

Direção de Arte: Maria Thereza Macedo e Isis Gomes

Maquiagem e Cabelo:Elena Pazuello

Montagem: Miguel Moura e Lufe Berto

Cor e Finalização: Miguel Moura e Lufe Berto

Still: Zéca Vieira

Arranjo: Rogerio da Costa Jr.

Voz: Victor Mus

Backing Vocal: Jonathan Panta

Bateria: Lourenço Monteiro

Percussão: Cesão Lira

Baixo elétrico: Viny Melanio

Violão e Viola Caipira: Felipe Melanio

Cordas: Pedro Mibielli

Letra:

Como faz pra não gostar mais

Tão depressa assim

Ficar tudo bem eu sei que vai

Já morri demais

Pra morrer de novo aqui

Me ensina a ignorar o efeito desse amor

De todas as toxinas que causam ardor

E esse suor na mão, a hipertensão

Que é só ver tua foto e o coração

Vira vapor

Tu é toda cinematográfica

E eu tão teatral

Tua vida toda acrobática

E eu aqui tão trivial

Todo sumiço é uma dádiva

Se um não quer estar

E quem sou eu?

E quem sou eu pra julgar?

E quem sou eu?

Que bom poder sentir saudade

O fim às vezes não é final

É pausa, um break, um tempo, um recomeço

Antes de chorar a tristeza

Sempre me pergunto

Será que eu mereço?

Será, vai lá, vai lá

Eu sei que tu gosta de ver

O mundo tem pra olhar

Tem gente que vem a turismo

Tem gente que vem pra morar

E quem sou eu?

E quem sou eu pra julgar?

Me ensina a ignorar o efeito desse amor

De todas as toxinas que causam ardor

E esse suor na mão, a hipertensão

Que é só ver tua foto e o coração

Vira vapor

Vira vapor

Acompanhe Victor Mus

Site oficial: http://www.victormus.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/victormusoficial

Instagram: https://www.instagram.com/musvictor/Youtube: https://www.youtube.com/victormus

Montanee surge intensa no clipe de “Burning Man”

Da troca entre guitarras, baixo e bateria e um vocal rasgado, surge o novo clipe da banda carioca Montanee. Em “Burning Man”, o grupo baseia o vídeo na força de sua performance, que se concretizará no primeiro EP, previsto ainda para 2019. A faixa também está disponível nos serviços de streaming de música.

Assista a “Burning Man”: https://youtu.be/bTASyDwXM-M

Ouça “Burning Man”: http://smarturl.it/MontaneeBurningMan

A Montanee é uma banda de rock alternativo com tons de indie, stoner e post-punk revival. A nova música soma a essa sonoridade, já apresentada no single “Keep falling”. Seguindo a estética em preto e branco do clipe anterior, aqui o quarteto se apropria do peso da letra e da música, apostando na simplicidade sem abrir mão da intensidade. Em cena estão apenas os quatro instrumentistas, registrados por uma câmera urgente, com frames acelerados e cortes ágeis. Esse casamento perfeito foi a escolha da Montanee para mais uma amostra do que vem por aí em seu trabalho de estreia.

Montanee (Crédito Artur Medina/Rafael Hansen)

Veja “Keep Falling”: https://youtu.be/hSejgkzrXLQ

“É uma unanimidade entre nós que “Burning Man” é a música que melhor representa o nosso som e como a banda é ao vivo. É uma música forte, cheia de energia e, principalmente, sincera. Escrever essa música foi muito importante pra mim, ela representa o fim de um ciclo na minha vida e transformar esse momento em música, de alguma maneira, me deixou muito mais leve para seguir outros caminhos”, avalia o vocalista e guitarrista Felipe Areias. Além dele, completam a banda Raphael Cardoso (baixo), Teo Kligerman (bateria) e Pedro Domicio (guitarra).

Em abril, Felipe e Raphael embarcam para os Estados Unidos, onde realizarão uma mini turnê stripped down com versões acústicas de suas músicas. Até o momento estão previstos shows pela costa oeste e também em Nova Iorque. Mais detalhes serão anunciados em breve.

Com “Burning Man”, a banda solidifica cada vez mais seu nome no cena do rock autoral nacional e segue preparando outras novidades que vão surpreender os ouvidos.

Assista a “Burning Man”: https://youtu.be/bTASyDwXM-M

Ouça “Burning Man”: http://smarturl.it/MontaneeBurningMan

Ficha técnica:

Videoclipe

Direção: Felipe Areias

Direção de Fotografia: João Rocha e Artur Medina

Edição: Felipe Areias

Correção de Cor: João Rocha

Assistente de Direção: Lucas Cardoso

Montanee: Felipe Areias, Raphael Cardoso, Teo Kligerman, Pedro Domicio

Áudio

Música/Letra: Felipe Areias

Voz, Guitarra: Felipe Areias

Baixo: Raphael Cardoso

Bateria, Backing Vocals: Teo Kligerman

Synth: Pedro Domicio

Guitarra: Diogo Panico

Mixagem, Masterização: Raphael Stolnicki

Letra

You

You were the only one

You were the only one for so long

Now you’re not alone

Okay, go wipe the tears away

And I

I am the only one

I am the only one who’s trying

To be true in here

You see, you’re not the same as me

You’ve made me who I am (who I am)

The burning man

Blood mixed into sand

You

You were the only one

You were the only one for so long

Now you’re dead and gone

Okay, go wipe the tears away

And I

I am the only one

I am the only one who’s trying

To get out of here

Oh dear, just let me disappear

You’ve made me who I am (who I am)

The burning man

Blood mixed into sand

I’ve been living down (living down)

Just to lift you up

And you mess it around

You know who I am (who I am)

The only man

You won’t have again

Periquito Leão estreia sua carreira com single “Palavras Cortam”

Reinvenção sonora e pessoal do cantor, compositor e produtor musical recifense Igor Bruno, Periquito Leão é um projeto focado na intimidade, com o artista expondo suas ideias e sentimentos em todas as fases da criação, passando por composição, arranjo, gravação e mixagem. A estreia é no single “Palavras Cortam”, uma faixa melancólica e poética, que está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Palavras Cortam”: http://smarturl.it/PalavrasCortamSingle

Periquito Leão foi um projeto feito com calma, dando espaço para que o acaso modificasse as melodias, composições e ideias iniciais. O trabalho reflete tanto uma busca do artista por expor canções pessoais que o nome vem de um apelido dado por sua namorada. As faixas caminham entre o indie, a MPB e o experimental e algumas delas serão lançadas em forma de singles durante o primeiro semestre de 2019. No fim deste período, elas se reunirão em um álbum com faixas inéditas.  “Palavras Cortam” é uma parceria com Luccas Maia e foi um desafio a criação do arranjo.

“Ela foi feita em cima de um texto que não foi escrito para ser uma canção. Esse processo de transformar prosa em música fez com que surgisse uma melodia distinta. O arranjo mistura um beat de xote com elementos da música clássica como o piano, contrabaixo e a voz lírica do cantor Pedro Martins”, explica o artista

Igor já possui dois álbuns na sua discografia. Com a banda Mamelungos, lançou um trabalho homônimo em 2010 e dividiu palco com artistas como Los Hermanos, Nando Reis, Arnaldo Antunes e Otto. Com a Prume, ele caminha pelo indie pop no álbum “Learning By Watching” (2016), abriu um show de Cidade Negra e participou do Jack Daniel’s Festival, que contou com nomes como Planet Hemp e Nação Zumbi. Nos últimos anos, Igor tem estudado para evoluir seu trabalho de produção musical.

“Eu sempre tive vontade de lançar um disco solo, mas só me senti seguro agora depois de alguns anos produzindo. Eu queria ter mais autonomia sobre o arranjo e sobre como ia soar o trabalho. A ideia do disco é também me lançar como produtor”, conta Igor.

Já disponível digitalmente, “Palavras Cortam” tem como arte da capa uma pintura do artista argentino Martin Lanezan. O álbum está previsto para o primeiro semestre de 2019 .

Ouça “Palavras Cortam”: http://smarturl.it/PalavrasCortamSingle

Ficha Técnica:

Letra e música: Igor Bruno e Luccas Maia

Arranjo: Igor Bruno

Voz: Igor Bruno

Voz Lírica: Pedro Martins

Piano Acústico: Xicão

Teclados, Synths e FXs: Igor Bruno

Beat Eletrônico: Igor Bruno

Percussões: Igor Bruno

Violão: Igor Bruno

Cordas: Aramis Rocha e Cia

Mixagem: Igor Bruno

Masterização: Adriano Duprat

Arte da capa: Martin Lanezan

Letra:

Tentei te falar mas eu não consegui

Você embarcou antes de eu poder

Fiquei com aquilo na cabeça, eu me coloquei no seu lugar

Ficou martelando, não pude evitar

Se eu imaginasse que ia te machucar

Nunca deixaria aquilo escapulir

A última coisa que eu quero é causar um mal estar na cama entre nós

Fiquei te esperando, não pude evitar

Você tem razão, as palavras cortam

Podem ir bem fundo como facas vão

E já que não dá pra desdizer

Prometo cuidar pra não acontecer

Pois você tem razão

Eu pensei melhor, eu andava variando tanto

Percebendo menos tudo ao meu redor

Foi me dando um nó, me sentia só

Cansado de mim, olhando pro chão

Cabisbaixo

Agora percebo

Dá tempo demais

Um canto só pra nós

Um filho dois ou três

A gente junto ninguém perde ou ganha a discussão

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www.instagram.com/periquitoleão